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23 de fevereiro de 2014

#SemanaEsther: A Estrela que Nunca vai se Apagar

A Semana Esther termina hoje, a maioria de vocês já deve ter visto todos os posts nos blogs participantes, mas para quem ainda não sabe do que se trata, aqui vai uma breve explicação. :)

Esther Earl Grace era amiga pessoal de John Green, ele a conheceu em uma convenção de Harry Potter (De quem Esther era fã) e se tornaram amigos. Esther foi diagnosticada com câncer de Tireoide aos 12 anos e faleceu em 2010, com dezesseis anos. É bom deixar claro que Esther não é a nossa Hazel de A Culpa é das Estrelas (Resenha AQUI), mas John Green faz questão de dizer que sua amiga o ajudou muito em seu processo de escrita.
Minha amiga @crazycrayon (Esther) morreu em 2010. Ela tinha 16. Eu não teria escrito A Culpa é das Estrelas sem ela, mas ACEDE não é a história de Esther. 
No dia 03 de agosto, todos os Nerdfighters comemoram o Dia de Esther, o dia do aniversário da garota é comemorado - a pedido dela - como o dia de se dizer "eu te amo", mas não apenas de uma forma romântica, e sim para todos: amigos, família, conhecidos e etc. 

Editora Intrínseca lançou em janeiro o livro de Esther - A Estrela que Nunca vai se Apagar. Eu ainda não li, mas vi comentários ótimos do quanto o livro é lindo, emocionante e repleto de lições. Além das informações dos diários de Esther, o livro contém relato dos pais e amigos da garota. 
A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar - 448 páginas
 Ela me faz lembrar que uma vida curta também pode ser uma vida boa e rica, que é possível viver com depressão sem ser consumido por ela e que o sentido da vida está na união, na família e nas amizades que transcendem e sobrevivem a todo tipo de sofrimento." As palavras são do autor John Green, que era amigo de Esther e escreveu a introdução. A amizade dele com a adolescente foi tão intensa que a história dela serviu de inspiração para o aclamado A Culpa é das Estrelas, publicado pela Intrínseca em julho de 2012. Desde nova, Esther gostava de escrever cartas e diários, e, durante o tratamento contra o câncer, mantinha uma rede de amigos on-line - alguns deles membros da comunidade chamada Nerdfighteria, criada por John Green e seu irmão, Hank, em que jovens discutem sobre livros e ideias para tornar o mundo um lugar melhor. Os irmãos famosos postam regularmente vídeos no YouTube sobre assuntos variados, mas sempre pertinentes ao universo jovem. Quando estava muito debilitada, Esther realizou o desejo de passar um fim de semana na companhia dos amigos, e, com a ajuda da instituição sem fins lucrativos Make-A-Wish, ela, John e um grupo de adolescentes viveram momentos de descontração e emoção. O encontro aconteceu em Boston, em julho de 2010. Em agosto do mesmo ano, logo após seu 16º aniversário, Esther faleceu.
Quero muito ler esse livro, ACEDE mexeu tanto comigo, se tornou um livro mais do que especial na minha vida. Tenho certeza que A Estrela que Nunca vai se Apagar será ainda melhor.

A lista oficial de blogs participantes está logo abaixo, mas essa semana foi repleta de posts em diversos outros blogs, é só procurar. ;)

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1 de fevereiro de 2014

Assista ao trailer de A Culpa é das Estrelas!!!

Gente, gente, geeeeente! Como assim eu ainda não tinha visto o trailer de A Culpa é das Estrelas?? Vazou no domingo e eu só fui conferir hoje!!

O trailer está MARAVILHOSO e eu me acabei em lágrimas, imaginem quando eu realmente for assistir ao filme. Eu chorei litros quando li, chorei mais alguns litros quando contei a história para o meu marido e choro sempre que me lembro da trama. Tenso isso. 

Se eu tinha dúvidas de que o filme seria tão bom quanto o livro, esse trailer me deixou bem tranquila!

O filme é estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort (atores lindos que serão irmãos no filme Divergente *-*). Infelizmente o filme só será lançado aqui em 15 de agosto, enquanto nos EUA estreia no dia 12 de junho. #injustiça. 

Se você ainda não leu o livro, CORRE! Tem resenha aqui. :)
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29 de outubro de 2013

Cidades de Papel - John Green

Editora: Intrínseca 
Autor: John Green
Número de páginas: 366

Avaliação: 

Quentin Jacobsen está no último ano do colégio, e passar nas provas finais tem sido sua meta de vida. Ele é completamente apaixonado por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman, desde sempre. Quando eles eram crianças, vivam brincando e se divertindo juntos. No entanto, após terem encontrado o cadáver de um homem, as coisas se tornaram diferentes e eles se distanciaram. Margo agora faz parte da turma dos populares, e Quentin (ou somente Q, como ele é chamado pelos amigos) pode ser considerado um nerd.

Sendo assim, quando Margo aparece na janela de Q, vestida como ninja, e o convida para uma aventura maluca, Q aceita de imediato. Eles passam a madrugada realizando um criativo plano de vingança de Margo e Q acredita que depois disso as coisas possam voltar a ser o que eram antes, que Margo passe a notá-lo novamente. No entanto, a garota não aparece no colégio no dia seguinte, e nem nos outros dias

Decidido a encontrá-la, Q conta com a ajuda de seus dois amigos, Radar e Ben, para seguir as pistas deixadas por Margo. Tudo o que ele mais quer é encontrá-la com vida.
************

Assim que li a sinopse de Cidades de Papel fiquei muito curiosa. Li apenas um outro livro do autor - A Culpa é das Estrelas -, e esse se tornou um dos meus livros favoritos. Ter gostado tanto de ACEDE fez com que eu tivesse altas expectativas para Cidades de Papel, talvez seja esse o motivo de eu não ter amado a história, como pensei que amaria. 

John Green escreve de uma forma deliciosa, fiquei totalmente entretida e queria terminar o quanto antes para ver como ele finalizaria a aventura. Sua pesquisa para esse livro fica evidente e gostei muito de ver como o título do livro se encaixa perfeitamente na história, como ele é bem explicado. A narrativa em primeira pessoa é leve, fluída e divertida. Quentin é um adolescente normal, sua descrição é bem crível com a realidade, sempre fico feliz quando vejo adolescentes que se comportam como adolescentes. Margo, mesmo aparecendo efetivamente poucas vezes é a dona do livro. Tudo gira em torno dela, tudo é feito por ela e para ela. Ela é aquela personagem doida e egoísta, mas que consegue nos ensinar alguma coisa mesmo assim.

"E talvez fosse isso que eu precisasse fazer, acima de qualquer coisa. Eu precisava descobrir com Margo era quando não estava sendo Margo."

Apesar de Q e Margo serem os protagonistas, Ben e Radar roubaram a história. Eles são os personagens secundários mais "protagonistas" que eu já vi. Amei cada particularidade (e são várias), cada detalhe da personalidade de cada um que tornou a história única. Sem eles Cidades de Papel seria um livro bem sem graça. 

A obsessão de Q em encontrar Margo foi o que me fez desgostar um pouco da trama, a forma como ele deixa sua vida de lado para partir numa busca maluca me incomodou muito, achei um pouco forçado. Eu entendo que adolescentes são impulsivos, mas achei um pouco demais. Entretanto, tirando o meu estresse com Q, essa aventura foi muito bacana. Eu me diverti muito acompanhando Q e seus amigos. 

"(...) Não sei com o que me pareço, mas sei como me sinto: Jovem. Estúpido. Infinito."

Como não poderia deixar de ser, John Green escreve uma história que entretém, mas que vai um pouco além disso. Com sua pegada filosófica, o autor nos faz refletir sobre alguns aspectos da nossa vida. Às vezes queremos que as pessoas sejam aquilo que imaginamos, idealizamos alguém que nem sempre existe. John Green faz questão de deixar claro que pessoas são apenas pessoas. Cidades de Papel não é meu livro preferido, e nem a leitura mais memorável que já fiz, mas sim, eu recomendo

Confira também a resenha em vídeo: 
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8 de setembro de 2013

Promoção: 5 livros do John Green \o/

Oi gente! Setembro é um mês lindo! Amanhã, dia 09, é aniversário do blog \o/

Para começar as comemorações apresento para vocês a Promoção John Green, onde em parceria com 5 blogs queridos, sortearemos os 5 livros do autor - lançados no Brasil - para apenas um ganhador! Os blogs participantes são: Este Já Li, Drafts da NicaLeitora Incomum e Escondidos nos Livros.
Para participar é bem simples:

Insira suas entradas pelo formulário Rafllecopter. Todas as entradas são opcionais, e quanto mais você se inscrever, mais chances tem de ganhar toda a coleção. Cada blog ficará responsável pelo envio de seu respectivo livro: 
Livros e blablablá: Cidades de Papel. 
- Escondidos No Livro: Quem é você Alasca? 
- Leitora Incomum: A culpa é das Estrelas. 
- Este já Li: Will & Will.
- Drafts da Nica: Teorema Katherine.


Observações Importantes:
- Ter endereço de entrega no Brasil
- Curtir a fanpage de todos os blogs no Facebook; 
- A promoção durará de 8 de Setembro de 2013 a 5 de Outubro de 2013; 
- Em caso de extravios, os blogs não serão responsáveis e nem enviarão outro prêmio; 
- Responder o e-mail em até 48h; 
- Cada livro será enviado por seu respectivo blog; 
- Os prêmio serão enviados num prazo de até 30 dias após confirmação do ganhador.
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3 de setembro de 2012

A culpa é das estrelas - John Green

Autor: John Green           
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 283
Avaliação: 
SinopseEm A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

O que vocês precisam saber sobre o enredo do livro é o que está na sinopse, tudo o que eu acrescentasse estragaria a leitura de vocês, pelo menos eu acho.
É muito difícil resenhar esse livro, tenho certeza que tudo o que eu escrever aqui não vai conseguir expressar realmente o que eu senti com essa leitura.
Hazel é uma personagem encantadora, ela sabe que sua doença não tem cura, ela tem consciência de que não viver tanto assim e ela sofre em saber o quanto sua família vai sentir quando ela se for. No entanto, apesar de pensar muito em sua morte, Hazel não fica se lamentando pelos cantos, ela é uma garota inteligente e divertida.
Tem um livro que ela costuma reler sempre, é o seu preferido. A forma como ela o descreve faz jus ao que eu senti lendo ACEDE:

"Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.”

Esse livro tem uma participação fundamental na trama, é através dele que muita coisa acontece. A história dá uma guinada quando Hazel começa a se relacionar com Augustus, um garoto lindo que ela conhece no grupo de apoio.
Augustus tem um sorriso encantador e está acompanhando seu melhor amigo Isaac no grupo de apoio. Gus (seu apelido) é sem dúvidas o meu personagem preferido, é como se todos os outros fossem coadjuvantes, e ele fosse a estrela da história.
O romance é doce, e vai acontecendo de forma gradual. Hazel não queria se relacionar com ninguém, ela queria evitar fazer mais pessoas sofrerem com a sua morte eminente. Mas, a gente não manda no coração não é mesmo?

“(...)Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.”

Eu estava preparada para me emocionar, eu já tinha um desfecho escrito em minha mente, comecei a leitura sabendo que ficaria triste com o final. Mas John Green me surpreendeu, mudou o roteiro que já estava pronto na minha cabeça, me deu uma rasteira e despedaçou o meu coração.
Esse foi o primeiro livro que li do autor, mas com certeza quero ler todos os outros. Me apaixonei perdidamente pela narrativa de John Green.
Nunca chorei tanto lendo um livro! Sou naturalmente emotiva, é fácil me emocionar com uma história bonita, mas ACEDE me desestabilizou, eu soluçava e simplesmente não consegui parar de chorar. Assustei até mesmo o meu marido, que achou que algo grave tivesse acontecido comigo.
Depois, quando fui contar a história para o meu marido (sou dessas, quando gosto do livro faço questão de contar em detalhes para o Diego, mesmo que ele não queira ouvir hehe), chorei de novo. E agora, escrevendo essa resenha, sinto vontade chorar novamente.
ACEDE é trágico e é triste, mas é ao mesmo tempo lindo, divertido e inspirador. Hazel e Gus (e também Isaac, que merece um destaque) são personagens tão reais, que sinto como se fossem meus amigos chegados. Essa história vai ficar martelando em minha cabeça por um bom tempo, me fazendo refletir.
Não sei se vocês vão sentir a mesma coisa, e nem sei se A culpa é das estrelas vai se tornar um favorito – como é o meu caso -, mas acredito que é uma leitura necessária.  Recomendo com toda a certeza do mundo
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Juliana Sutti