25 de outubro de 2012

Novidades por aí #60

Oi, gente.Tudo bem? 

Companhia das Letras

Stieg Larsson - Jan-Erik Pettersson
Sinopse: Antes de publicar a trilogia que se tornaria um sucesso estrondoso e venderia mais de 60 milhões de cópias no mundo inteiro, Stieg Larsson (1954-2004) foi um dos maiores ativistas políticos de seu país. Seu colega, o jornalista e editor Jan-Erik Pettersson, remonta nesta biografia a intensa história de engajamento do escritor e como ela moldou sua vida e sua obra.Larsson começou seu envolvimento político muito jovem, participando das manifestações contra a Guerra do Vietnã nos anos 1960 e visitando países africanos em conflito, como a Eritreia, nos anos 70. Como jornalista, combateu a extrema direita e defendeu os direitos das mulheres e de minorias. O jornalista e sua mulher, Eva Gabrielsson, viveram anos sob a ameaça de morte por parte dos grupos criminosos neofascistas que proliferaram na Suécia.A preocupação com as questões sociais foi fundamental para dar corpo à trilogia Millennium e criar a notável figura de Lisbeth Salander - que encarna, junto com o jornalista Mikael Blomkvist, os ideais de luta contra as injustiças. Pettersson conta que Larsson falava abertamente dos romances que o deixariam milionário e iriam lhe garantir uma aposentadoria confortável. A triste ironia, porém, foi ele ter morrido subitamente, jovem demais (aos cinquenta anos, de ataque cardíaco) antes que pudesse ver seus livros publicados.

Novo Século

Os meninos de Deus é um livro com uma história bem "forte", não sei se eu leria, é muita tragédia para mim.
Os meninos de Deus - José Ribeiro Rocha
Sinopse: Os Meninos de Deus é um relato corajoso e comovente sobre uma geração excluída no Brasil: os menores carentes que viveram durante as décadas de 1970 e 1980 sob a guarda de orfanatos religiosos onde, longe de serem protegidos e tutelados como esperavam, eram frequentemente submetidos a maus-tratos. Um dos personagens centrais desta história é José Ribeiro Rocha, que retrata neste livro-reportagem suas experiências durante a passagem pela Casa do Meio – lar destinado a adolescentes –, onde ele e seus companheiros foram vítimas de agressões física, moral e psicológica, além de violações sexuais. E o pior: muitas vezes, tais atrocidades eram cometidas justamente por aqueles que deveriam ser seus “protetores”. Tudo parecia envolto em um véu de silêncio e moralismo, mas difícil de ocultar o terror que circundava dia e noite a instituição.

Intrínseca

Eu não sou muito fã de grafite, mas uma pessoa que é reconhecida pelas suas marcas deixadas na parede merece meu respeito.Esse livro não está no topo da minha lista, mas quem sabe eu não dê uma chance para ele.
Guerra e Spray - Banksy
Sinopse: Ninguém sabe quem é Banksy, o artista do estêncil e do spray que tem deixado a marca de sua irreverência em paredes de cidades do mundo inteiro, de Londres à Palestina. Sabe-se apenas que teria nascido em Bristol, no sul da Inglaterra, onde iniciou suas atividades. A obra de Banksy, porém, é inconfundível: ratos de guarda-chuva, macacos ameaçando dominar o mundo, inusitados sinais de trânsito e comentários mordazes sobre a sociedade contemporânea, o consumismo, as guerras e o conformismo. Sua arte em grafite ganhou fãs em toda parte, é amplamente reproduzida pela internet e já foi vendida por mais de 50 mil libras em leilões.Guerra e spray reúne o melhor de seus trabalhos e expõe alguns de seus pensamentos nas palavras do próprio Banksy. Além das obras criadas para as ruas, o livro inclui também intervenções que o artista fez em locais privados, como museus de Nova York e o zoológico de Barcelona.

Bertrand Brasil

Eu achei a sinopse muito bem-humorada e esse livro é um forte candidato a ocupar um lugar na minha estante.
Um Chinês de Bicicleta - Ariel Magnus
Sinopse: O chinês Li é acusado de incendiar lojas de móveis em Buenos Aires. Uma das testemunhas do julgamento é o portenho Ramiro Valestra, técnico em informática, meio gordinho, sardento e narigudo. Sua vida muda por completo quando é sequestrado pelo oriental durante a fuga em pleno tribunal. Deixará para trás uma mãe alcoólatra, um computador e o carregador de seu iPod, e será levado para o bairro chinês de Buenos Aires.A partir desse momento, a imersão de Ramiro na desconhecida cultura chinesa pelas ruas de sua cidade natal será completa. O que se vê é um retrato muito especial e um tanto surrealista de um mundo dentro de outro, de uma cultura dentro de outra, e um choque cultural tão comum quanto incomum.Durante o sequestro (muito estranho, pois ele tem liberdade para andar pelas ruas do bairro), Ramiro percebe que pode começar uma vida nova, longe de seu passado, da ex-namorada judia, da mãe que está sempre bebendo e não o reconhece e do trabalho monótono. As relações entre os personagens serão a chave para isso e para a revelação da grande verdade sobre Li.Um chinês de bicicleta é, sem dúvida, a história mais criativa e bem-humorada sobre a imigração chinesa na Argentina – na verdade, mais criativa e bem-humorada sobre quase tudo.


Pessoal, por hoje é isso.
Beijos.

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Juliana Sutti