Editora: Intrínseca
Número de páginas: 240
Avaliação: 









Sinopse: Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?
Esta sinopse é ótima, por isso optei por não fazer uma com as minhas palavras (ia acabar escrevendo as mesmas coisas).
Me apaixonei perdidamente por este livro, não consegui largá-lo antes de ver o final. Não é com certeza uma história revolucionária ou que vá mudar a vida de quem lê, mas sem dúvidas é uma leitura envolvente e agradável, e entrou para minha lista de favoritos!
Penny Lane é uma personagem deliciosa, cheia dos conflitos comuns da idade, mas com muita atitude. O que fica bem claro pelo clube criado, qual garota de dezesseis anos, mesmo que tenha sofrido, quer de fato não namorar mais enquanto estiver no colégio? Tem que ter muita personalidade.
“Eu, Penny Lane Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver.
Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, quando não estiver mais morando em Parkview, Illlinois, nem freqüentando a escola McKinley, mas, por hora, não quero mais saber de garotos.
São todos a escória da humanidade, mentirosos e traidores.
Sim, todos eles. A essência do mal.”
Diana e Tracy são personagens ótimas. Diana era a melhor amiga de Penny, mas quando começou a namorar Ryan simplesmente abandonou a amiga e seus antigos hábitos. Tracy é agora a melhor amiga de Penny, ela vive fazendo listas dos garotos que gosta, mas no final das contas não consegue ficar com nenhum. As duas são as primeiras a entrar no Lonely Hearts Club.
A família de Penny Lane é divertidíssima, seus pais são totalmente viciados em Beatles, (vício herdado por Penny) por isso suas três filhas tem nomes inspirados na banda: Lucy, Rita e Penny Lane. São aqueles pais que morrem de orgulho das filhas e as fazem passar um pouquinho de vergonha de vez em quando.
Achei incrível a maneira como o clube de Penny tumultua o colégio. Muitas garotas resolvem se juntar a ela e com isso aprendem que são muito especiais, e que definitivamente não precisam de garotos para se sentir assim.
E claro, o livro tem sim romance. Elizabeth Eulberg soube mesmo entender os adolescentes, a maneira como o romance se desenrola é linda. A narrativa em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Penny Lane, é fluída, leve e divertida.
Lonely Hearts Club fala principalmente sobre a importância da amizade, de valorizar a si mesma e aprender com os erros. Deixa claro também, que mesmo que você esteja namorando, não precisa abandonar as suas amigas e nem mesmo mudar a sua personalidade.
Leitura mais do que recomendada para todas as idades, e creio que as meninas com a mesma faixa de idade de Penny e suas amigas vão se identificar ainda mais. Eu adoraria ter lido este livro há alguns anos ;)
Gostaram? Então comentem, quem sabe rola promoção de um exemplar *-*
Beijos :)
Ps: Gente, meu note pifou, então estou sem internet em casa por enquanto. Não estranhem se eu não responder os comentários, e-mails e tweets, prometo que depois respondo tudo.



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